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Marketing: o que é e como funciona?

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Se você é um pequeno ou médio empreendedor, provavelmente tem interesse em saber o que é e como o marketing funciona.

Isso acontece por um motivo bastante simples: quando temos um empreendimento que não começa com grandes aportes financeiros, isto é, um negócio com recursos limitados, existe a necessidade por resultados rápidos, quase imediatos.

Para quem está em busca de bons resultados em pouco tempo, não há outro caminho se não o marketing, pois é ele quem apresentará o seu produto ao público.

Quando você começa um novo negócio, ninguém conhece a sua marca. É só por meio de campanhas publicitárias (on e offline) e estratégias de marketing que a sua empresa passará a ser conhecida pelo público.

Aí está a grande sacada e importância do marketing.

História do marketing

E já que este é um texto completo com tudo o que você precisa saber sobre o marketing, não poderíamos deixar de introduzir o tema contando onde tudo começou… Basicamente vamos falar um pouco sobre a história do marketing.

Como a própria definição clássica de marketing já diz, ele nada mais é que a “identificação e a satisfação das necessidades humanas e sociais”. Sendo assim, você há de concordar que é bastante complicado batermos o martelo sobre quando exatamente o marketing começou a ser praticado.

Por outro lado, o que sabemos é que grande parte dos estudiosos diz que o marketing, da forma como o conhecemos hoje, surgiu nos anos 1900.

Como você já deve supor, todos tínhamos necessidades humanas e sociais mesmo antes desse período, o que deixa claro que, de alguma forma, o marketing já existia a priori.

Por outro lado, como dissemos, foi só a partir dos anos 1900 que as instituições começaram a conhecer concorrência acirrada e, dessa maneira, viram surgir a necessidade de um marketing mais elaborado e semelhante ao que se pratica hoje.

Depois que as organizações capitalistas começaram a consolidar-se como pensamento predominante no mundo, o marketing rapidamente passou a ser pensado como um campo de estudos.

Em sua fase inicial, a regra era vender a qualquer custo. A própria palavra “marketing” tem origem no termo “mercare”, que, na Roma Antiga, representava o ato de vender algo a outras pessoas.

Antes do surgimento da internet, a predominância era, visivelmente, daquilo que chamamos de “outbound” – um marketing de panfletagem, agressivo, que enxerga o mercado consumidor como uma grande massa e não se importa muito com as necessidades individuais dos clientes.

Com a chegada da rede mundial de computadores, plataformas como Google e Facebook mostraram que o novo mundo dos negócios seria agora pincelado pela lógica do conteúdo de qualidade.

Seja qual for o seu segmento de mercado, tenha certeza de que os consumidores possuem dúvidas sobre ele.

Qual modelo de carro é o mais indicado para viajar com a família? Qual tênis comprar para começar a correr longas distâncias? Como emagrecer com suplementos alimentares? Como decorar a minha sala de forma barata e moderna?

Ao perceberem que as pessoas acessam a internet em busca de conteúdo de qualidade, estudiosos e comerciantes logo diminuíram suas práticas do “velho marketing” e estão agora mergulhando em um mundo novo, o do “Inbound Marketing” — que nada mais é que um marketing de atração, onde você, em vez de sair à procura dos clientes, faz com que eles venham até a sua porta.

Conceitos básicos do marketing

Também não dá para estudar o que é marketing sem fazermos uma rápida análise de seus conceitos básicos.

Diversos são os conceitos clássicos que tangem o marketing da forma que o conhecemos hoje. Por outro lado, alguns chamam mais a atenção. Veja:

Mercado

O primeiro conceito de marketing trazido pelo nosso texto será o mercado. Isso porque, indiscutivelmente, ele é um dos mais importantes.

O mercado nada mais é que um conjunto de pessoas — ou instituições — que apresentem necessidades e tenham capacidade e interesse em comprar os produtos/serviços comercializados por você.

O mercado nada mais é que uma das fatias mais importantes de um negócio. Seja você um pequeno, médio ou grande empreendedor, preocupar-se com o seu mercado é sinônimo de aumentar qualidade dos produtos e faturamento ao final do mês.

Necessidade x Desejo

Outro conceito clássico do marketing que também ganha ares de protagonismo no contexto empreendedor é o da motivação de compra.

Você já parou para pensar se o seu produto é comprado por questões relacionadas à necessidade ou ao desejo do cliente? É importante que você faça essa reflexão, pois as estratégias para vender as duas categorias são consideravelmente diferentes.

Atender necessidades é mais fácil, pois você estará lidando com algo que o seu cliente não pode deixar de comprar. Produtos motivados pelas necessidades vão desde alimentos (fisiológico) até carros com airbags mais seguros (psicológico).

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Atender a desejos já é um pouco mais difícil, justamente porque a sensação de necessidade não existe. Por outro lado, com um mundo cada vez mais utilitário e baseado em status social, as vendas motivadas por desejos estão em alta.

A venda de um videogame ou de um quadro de pintura é motivada por desejo, por exemplo.

ROI (Retorno sobre Investimento)

O ROI, originalmente “return on investment”, é outro conceito que nos importa muito quando pensamos o que é marketing e quais suas verdadeiras funções dentro do contexto de um negócio.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar uma questão óbvia que muitas vezes passa despercebida por empreendedores desatentos:

Se você começou um empreendimento e está com medo de investir em marketing e perder dinheiro, provavelmente ainda não está muito familiarizado com o mundo dos negócios.

Isso porque, ao investir em marketing, como a própria palavra diz, isso é um investimento, não um custo. Ou seja, pressupõe-se que, mesmo a curto prazo, você verá retornar mais dinheiro do que aquilo que foi investido.

Caso não funcione assim, algo está sendo feito da maneira errada…

É justamente disso que trata o conceito de ROI: no mundo do marketing, tudo precisa ser metrificado e estudado, e o ROI estuda o quanto de lucro está sendo proveniente de cada campanha.

Ao investir R$1000 em uma campanha de links patrocinados no Google, por exemplo, e ver R$2000 retornando desse canal, constata-se um ROI de 100%.

O jeito mais simples para calcular o ROI de uma campanha de marketing é:

ROI = Lucro do investimento / Custo do investimento


Philip Kotler e Peter Drucker

Conforme já dissemos, as décadas foram passando e a necessidade por um marketing mais autônomo e organizado só aumentava.

Foi aí que, assim como em qualquer outra área do conhecimento, alguns pensadores começaram a surgir. Dentre eles, os mais notáveis certamente são Philip Kotler e Peter Drucker.

Peter Ferdinand Drucker, um Austríaco nascido em 1909, começa, já em meados dos anos 40, a estudar o marketing como uma arte que deve ser desenvolvida e aprimorada.

Visto pela história como o pai da administração, uma das falas mais potentes de Drucker diz que a empresa que consegue vender o produto ou serviço certo, para o cliente certo, com a distribuição adequada, por um preço adequado e no momento oportuno, terá uma grata surpresa ao perceber que seus esforços de venda estão próximos de zero.

Hoje esse raciocínio pode até parecer básico demais, mas não na época em que foi verbalizado por Peter Drucker.

Inclusive, quando confrontadas com o cenário do marketing digital, essas palavras remetem muito ao funil automático de vendas, um mecanismo fundamental da metodologia Inbound.

Já Philip Kotler, um professor e estudioso americano nascido no ano de 1931, é enxergado pela história com a modesta alcunha de “Papa do marketing”.

Consagrado por sua obra prima, “Administração de Marketing”, produzida em parceria com Kevin Lane Keller e considerada a “Bíblia do marketing”, Philip Kotler foi considerado por veículos especializados como um dos grandes gurus da história do marketing.

Os 4Ps do Marketing de Philip Kotler

Os chamados 4 Ps do marketing, cravados por Philip Kotler, dizem respeito a produto, preço, praça e promoção (“product, price, placement and promotion, no original).

Essa categoria de recursos, também conhecida como Marketing Mix ou composto de marketing, são, segundo Kotler, as ferramentas que organizações têm à mão para atingirem seus objetivos com o marketing.

Produto

Em seu primeiro “P”, Kotler faz questão de colocar um holofote sobre o produto ou serviço da empresa que está sendo analisada.

Para ele, poucas coisas importam mais do que aquilo que está sendo oferecido ao público.

Entender o produto é entender a empresa e o mercado consumidor ao mesmo tempo. Não adianta criar (ou trabalhar com) algo que tenha mil recursos sendo que nenhum deles sirva ou interesse a ninguém.

É importante criar utilidade, ser relevante. E depois disso, ainda é preciso entender tudo sobre o seu produto.

  • Ele é comprado por desejo ou necessidade?
  • É padronizado?
  • Quais diferenciais ele oferece em relação à concorrência?
  • Como e quando o cliente vai utilizá-lo?
  • Ele dura muito tempo depois de comprado? (Ciclo de vida do produto)

Todas estas perguntas são fundamentais para saber mais sobre o produto ou serviço que você está oferecendo.

Preço

Por estar cada vez mais simples abrir um negócio, podemos dizer que a concorrência tende a crescer mais e mais nos dias de hoje. Sendo assim, a sua percepção de preço deve ser bastante sofisticada.

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Para Kotler, o segundo “P” tem muito a ver com o quanto você cobra e o quanto o cliente percebe de valor no seu produto (ou seja, o quanto está disposto a pagar por ele).

Você pagaria R$40 por um repelente?

Não? Mas e se você estivesse em uma região infestada pela dengue cujos repelentes estão em falta e, no momento, a opção mais barata sai por esse valor?

Parece óbvio que você pagará R$40 (e com um sorriso no rosto) para proteger-se da dengue, certo?

É muito legal as formas com que as circunstâncias do mercado agem sobre a percepção “preço x valor” que o consumidor possui sobre os produtos que estão sendo oferecidos.

Além disso, a questão da escassez é somente uma das vias para se trabalhar o aumento dos preços. Existem diversas outras maneiras de agregar valor à sua marca (vide a Apple, por exemplo).

Praça

O terceiro “P” de Philip Kotler é o que costuma causar mais confusão.

Talvez isso aconteça porque, hoje em dia, a palavra “praça” não é um jargão utilizado constantemente no mundo do marketing.

Em inglês, a palavra utilizada foi “Placement”, que se refere à colocação do seu produto ou serviço no mercado… A pergunta que o terceiro “P” quer responder é: de quais maneiras o seu cliente consegue comprar de você?

No caso dos pequenos e médios negócios, isso é especialmente importante.

Quando estamos trabalhando com recursos financeiros limitados, é preciso atingir o consumidor em cheio e vender bem desde o início das operações. A sensação é que não há tempo para ficar testando demais.

Sendo assim, não é interessante ter um produto excelente e um preço atrativo se você não conseguir apresentar a sua oferta ao consumidor final.

Para definir a sua praça, faça algumas perguntas:

– Onde o seu público-alvo está? Na rua ou na internet? Nos dois? Onde é mais fácil (e barato) atingi-lo?
– Uma vez na internet, ele prefere redes sociais ou site de notícias?
– Quais são as formas mais baratas de atingir esses consumidores?

Promoção

Diferentemente do que muita gente imagina, o quarto “P” de Philip Kotler, promoção, não significa trabalhar com saldões ou preços especiais.

Promoção, nesse caso, refere-se a promover os seus produtos.

Afinal, quais canais você vai utilizar para que a sua oferta chegue aos ouvidos certos e na hora certa?

Para definir a promoção do seu negócio, considere perguntar-se sobre quais os melhores canais de comunicação para anunciar, sazonalidade do seu mercado, influência da concorrência etc.


Por que o marketing é importante

Se você anda perguntando-se sobre por que o marketing é importante, é provável que já tenha encontrado boas respostas neste texto.

Além de ajudar você a vender mais, o que, no fim, é uma das maiores preocupações do pequeno e médio empreendedor, o investimento em marketing posiciona a sua marca e faz com que ela seja mais reconhecida pelo mercado.

Marketing na atualidade

Bem como todas as outras áreas de conhecimento, o marketing também muda rotineiramente. Aliás, em relação a isso, gostamos de pensar no marketing como algo que se relaciona com a palavra “movimento”.

Depois que a internet começa a democratizar-se, chegando às casas de cada vez mais pessoas no mundo inteiro, o mercado mudou para sempre — e o marketing precisou acompanhar esse ritmo.

A velocidade e espontaneidade das mídias sociais, a independência dos usuários na hora de publicarem suas opiniões na rede, a possibilidade de imprevistos a todo momento… Tudo isso precisava ser estudado e, de alguma forma, aproveitado.

Foi então que surgiu o marketing digital!


O que é marketing digital?

Com a chegada da internet, um novo (e polêmico) termo ganha espaço: o marketing digital.

Mas será que podemos diferenciar marketing e marketing digital? No final das contas eles não atuam mais ou menos da mesma forma?

Bem, na verdade é sim possível cravar o termo marketing digital. Por outro lado, isso não quer dizer que ele deixa de ser marketing…

Os conceitos continuam os mesmos, mas agora são aplicados de acordo com o ambiente virtual, que é mais rápido, dinâmico e funciona de forma diferente do mercado físico.

Mas, na essência, o que é o marketing digital e o que ele traz de novo para o mundo do marketing?

Vantagens e sacadas do marketing digital

Imagine que você está vivendo nos anos 1970 e, de repente, decide montar um negócio.

Em termos de marketing, quais seriam suas possibilidades?

Para começar, televisão estaria fora de cogitação… Provavelmente muito cara para um pequeno negócio que está começando.

Rádio, panfletagem, outdoors, carros de som… Todo o restante é possível.

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Tudo bem, agora que você já tem esse panorama em mente, a gente pergunta: o que mudou?

E a resposta é curta e grossa: tudo!

Se antes o pequeno empresário precisava preparar a arte de um panfleto, ir até a gráfica, fazer milhares de cópias e depois distribuir, hoje tudo isso pode ser feito sem que ele precise sair de casa… E de uma maneira muito mais eficiente.

Veja as 3 principais vantagens do marketing digital:

Segmentação

Quando você opta por fazer uma campanha no rádio, por exemplo, não conseguirá trabalhar com uma segmentação de público-alvo tão potente quanto aquela oferecida pelo Facebook.

Vamos supor que você venda roupas voltadas para um público masculino executivo, com alto cargo na empresa onde trabalha e tendo entre 30 e 45 anos.

Bem, sendo assim, não é surpresa afirmar que, ao anunciar no rádio, por exemplo, muito de seus esforços econômicos irão para o ralo. O mesmo acontece com a televisão, panfletagem e jornais impressos.

Você atingirá mulheres, homens mais velhos, homens mais novos, não executivos etc.

Ao fazer uma campanha de marketing digital no Google Adwords, por outro lado, você consegue trabalhar somente com o público que procura por termos como “roupas para executivos”, “roupa social para trabalhar”, “ternos da marca X”…

Já no Facebook Ads, plataforma de anúncios de uma rede social que sabe praticamente tudo sobre seus usuários, é possível segmentar o público por gênero, idade, escolaridade, salário, cargo na empresa onde trabalha etc.

Baixo custo

Atingindo o público de maneira tão facilitada, o marketing digital traz custos bem mais em conta quando comparado ao marketing convencional. Prova disso é o CPC, dinâmica de “custo por clique” que só cobra do anunciante quando o anúncio for clicado (e não apenas visualizado).

Além disso, ao contrário do que acontece com o rádio ou televisão, a internet não tem uma grade de programação limitada… Isso permite que milhões de marcas anunciem ao mesmo tempo, tornando a operação muito mais barata.

Acompanhamento de métricas

Ao fazer uma campanha de panfletagem, por exemplo, como é que você determina o seu ROI?

Parece um pouco complicado, não?

Pois é, e isso acontece justamente porque, mesmo que um cliente tenha visto o panfleto e ido até a loja por conta disso, provavelmente ele não contará esse detalhe a você.

No mundo do marketing digital, costumamos dizer que tudo precisa ser metrificado a todo momento. Só assim conseguimos otimizar campanhas e maximizar retornos.

Com o auxílio de plataformas como o Google Analytics, por exemplo, nós temos acesso a todas as métricas de cada campanha realizada. A partir delas criamos nossos relatórios mensais, que são analisados e debatidos junto aos clientes.

É só a partir de um acompanhamento rigoroso de métricas que um pequeno negócio pode prosperar e vender mais utilizando ferramentas de marketing.


Marketing digital para pequenas empresas

Se você possui uma pequena empresa, tenha certeza: o marketing digital pode ajudar.

Seja na identificação do público-alvo ou na segmentação de anúncios voltados para ele, o marketing digital possui as ferramentas mais certeiras e baratas para aumentar suas vendas e criar diferenciais em relação à concorrência.

Marketing digital para empreendedores

Se você é um empreendedor ou profissional autônomo, também pode contar com uma força extra do marketing digital.

Acredite: desde um sapatênis até cursos de oratória, tudo está sendo vendido na internet. Basta aprender a identificar e, principalmente, a atingir da maneira correta a sua persona.

Não sabe o que é uma persona ou ainda não possui uma? Bem, mais um sinal de que o marketing digital é uma questão urgente para você!

Agora que você já descobriu o que é marketing, como ele funciona e por que é tão importante principalmente para pequenos negócios, queremos fazer uma pergunta honesta: você acha que é o momento de começar a trabalhar forte o seu marketing digital?

Caso a resposta tenha sido positiva, saiba que precisará de 3 coisas para começar suas campanhas: um site, verba e uma agência parceira.

O site servirá para redirecionar usuários, a verba precisa estar reservada especificamente para campanhas digitais e, quanto à agência parceira, para isso você pode contar conosco!

Acesse já o nosso formulário de contato, conte-nos sobre as suas metas e solicite um orçamento. Adoraríamos ajudá-lo a fazer o seu negócio crescer.

Restou alguma dúvida sobre o tema? Então deixe um comentário abaixo do texto e continuaremos conversando sobre marketing e negócios!

Letícia Fontes foi uma das primeiras profissionais do mercado de Minas Gerais a se especializar em Link Building, é como um trabalho de relações públicas online. Já atuou com grandes clientes em projetos direcionados à Otimização de Sites (SEO) e Links Patrocinados. É formada em Produção Multimídia e especialista em Gestão Empreendedora de Marketing Digital.

Quero tráfego de qualidade!

Seus potenciais clientes estão constantemente na internet buscando por soluções. Certamente alguns deles (ou muitos) acabam nos sites de seus concorrentes, ao invés do seu.

A Tihee é a agência de marketing digital que fará seu negócio ser encontrado, pois já conhece bem o caminho a ser percorrido.

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